Christina Koch quebra um tabu de 50 anos na corrida lunar
NASA – Na noite desta quarta-feira (1º), a agência dispara o foguete SLS às 19h24 (Brasília UTC-3) para colocar a missão Artemis II em órbita, levando a engenheira Christina Koch como a primeira mulher a viajar além da órbita terrestre baixa em direção à Lua.
- Em resumo: voo de 10 dias testará a cápsula Orion e abre caminho para pouso lunar tripulado já em 2027.
Por que a Artemis II é decisiva para a NASA
O voo usa o Space Launch System, foguete de US$ 23 bilhões capaz de gerar 8,8 milhões de libras-força, superando o lendário Saturn V. Segundo análise detalhada do The Verge, cada etapa servirá de ensaio para sistemas de suporte à vida, manobras de inserção lunar e comunicação a 410 mil km da Terra.
A missão enviará quatro astronautas em uma jornada de 10 dias ao redor da Lua e de volta à Terra.
Impacto comercial e tecnológico além do marco histórico
Além de Koch, o grupo inclui Reid Wiseman, Victor Glover e o canadense Jeremy Hansen, consolidando a cooperação internacional que deverá movimentar um mercado estimado em US$ 130 bilhões para infraestrutura lunar até 2030, de acordo com projeções da Space Foundation.
O teste validará o escudo térmico composto de carbono-fenólica da Orion, desenhado para suportar reentrada a 39 mil km/h, e a nova malha de comunicações ópticas LunaNet, que promete latência 60% menor em relação aos links de rádio usados na era Apollo.
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Crédito da imagem: NASA / Divulgação