Da sala de aula ao radar dos investidores: por que todo mundo fala desse indie
Morbid Metal – O hack and slash que começou como um trabalho de faculdade estreia em Acesso Antecipado no dia 8 de abril na Steam, carregando a chancela de publicação da Ubisoft e a promessa de reinventar o combate com trocas instantâneas de personagem.
- Em resumo: Mecânica de “shapeshifting” e apoio financeiro da Ubisoft elevam o jogo ao status de aposta estratégica para 2024.
Shapeshifting + roguelike: a fórmula que seduziu a Ubisoft
Inspirado em clássicos como Devil May Cry e Nier: Automata, o designer Felix Schade dedicou quase dez anos ao protótipo até chamar atenção da gigante francesa. Segundo reportagem da Forbes, parcerias com estúdios enxutos vêm se tornando vitais para abastecer os catálogos de serviços e reduzir riscos de produção.
“Acredito que Morbid Metal seja verdadeiramente único… não vejo nada parecido no mercado”, destaca Schade sobre o sistema de combos interligados por troca de forma.
Por dentro do estúdio: 10 pessoas, Unreal Engine 5 e foco em performance
Com o financiamento, Schade fundou a Screen Juice e migrou o protótipo original para a Unreal Engine 5. A equipe de apenas dez devs explora recursos como Nanite e Lumen para cenários modulares, garantindo 60 fps estáveis até em GPUs de entrada, algo crítico para a precisão dos combos.
Além dos três personagens jogáveis da build atual, o roteiro de Early Access prevê atualizações trimestrais com novos lutadores, armas procedurais e integração a placares globais. A estratégia espelha casos como Hades e Dead Cells, que usaram feedback comunitário para lapidar mecânicas antes do lançamento 1.0.
O que você acha? A mecânica de shapeshifting tem potencial para redefinir o gênero ou ficará restrita ao nicho? Para acompanhar outras análises de inovação, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Ubisoft