Checklist estratégico revela como capturar ROI já no primeiro ano
Inteligência artificial — impulsionada por promessas de ganho rápido, a tecnologia vem exigindo dos conselhos corporativos uma validação mais dura antes de qualquer cheque gordo. Cinco perguntas essenciais, apontadas por especialistas, separam projetos lucrativos de iniciativas que viram custo afundado.
- Em resumo: falta de métricas, dono e plano de escala ainda derrubam mais da metade dos pilotos de IA.
ROI depende da pergunta certa, não do algoritmo
Deixar o entusiasmo técnico falar mais alto que a dor de negócio é o erro nº 1. CEOs que começam questionando “qual resultado queremos mudar?” — seja cortar retrabalho ou reduzir churn — já largam com vantagem, reforça uma análise recente da MIT Technology Review sobre adoção corporativa de IA.
“Sem um problema claro, não há caso de uso, há apenas intenção.”
Indicadores, ownership e prazos blindam contra projetos ‘zumbis’
Definir, desde o kickoff, indicadores de eficiência, receita e risco torna o debate sobre ROI objetivo. A governança avança ainda mais quando há um responsável único — o product owner de IA — para cuidar das métricas pós-go-live e decidir uma possível aposentadoria do modelo.
Segundo projeção do Gartner para 2026, 30% dos projetos de IA fracassados poderiam ter sido salvos com um acordo prévio de horizonte de resultados (3, 6 ou 12 meses) e plano de ação caso as metas não fossem atingidas.
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Crédito da imagem: Divulgação / TI Inside