Programa de energia renovável sustenta frota e rede enquanto Claro investe em 5G e IA
Claro – No Relatório de Impacto 2025, a operadora revelou que suas 122 usinas de fontes limpas já respondem por mais de 80% de toda a energia usada em suas operações no Brasil, sinalizando um avanço agressivo na agenda ESG do setor de telecom.
- Em resumo: 109 fazendas solares, 7 PCHs, 4 unidades de cogeração qualificada e 2 de biogás garantem a maior parte do consumo elétrico da empresa.
Matriz de 122 plantas: solar domina o mix energético
Desde o início do programa Energia da Claro em 2017, a companhia vem acelerando a expansão de seu parque gerador. O salto para 122 unidades, incluindo a sétima fazenda solar em Guaíba (RS), coloca a tele entre as corporações que mais rapidamente internalizam geração própria, tendência já mapeada pela Data Center Knowledge como estratégica para reduzir OPEX e emissões.
“78% da nossa frota passou a rodar somente com etanol em 2025, e mantemos meta de cortar 52% das emissões de escopos 1 e 2 até 2030”, destaca o relatório.
Conectividade turbinada na COP 30 fortalece legado 5G
Para prover internet oficial da COP 30 em Belém, a Claro instalou links dedicados de 40 Gbps com proteção Anti-DDoS, ampliou a rede com novos sites 5G em mais de 20 pontos estratégicos e elevou a capacidade do 4G. A operadora também concluiu a Infovia 03, anel submarino de fibra óptica que seguirá atendendo a região metropolitana após o evento.
IA generativa entra no portfólio: R$ 40 mi em P&D
Na esfera de inovação, um centro de pesquisa em 5G e IA generativa, criado em parceria com USP e Fapesp, reunirá cem pesquisadores e cerca de 40 projetos. O investimento total de R$ 40 milhões posiciona o laboratório, sediado na Cidade Universitária (SP), como plataforma para soluções de smart cities, indústria 4.0 e agrotech. Segundo projeção da GSMA, o ecossistema 5G deve adicionar US$ 13 trilhões à economia global até 2030, reforçando a relevância da iniciativa.
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Crédito da imagem: Divulgação / Diego Paz