Estudo global expõe brechas de cibersegurança e desafios na adoção de IA
KPMG – De acordo com a mais recente edição da pesquisa “Third Party Risk Management”, a consultoria identificou que, nos últimos três anos, vulnerabilidades em fornecedores impactaram diretamente o caixa e a reputação de 33% das companhias analisadas.
- Em resumo: falhas de terceiros já interromperam cadeias de suprimentos em 28% das organizações ouvidas.
Ataques de cadeia de suprimentos viram prioridade urgente
O efeito dominó de um único parceiro comprometido vem ganhando holofotes após ondas de incidentes divulgadas por órgãos reguladores e pela mídia especializada. Um levantamento recente do The Hacker News apontou que os ataques de supply chain cresceram 38% em 12 meses, pressionando líderes de segurança a elevar controles em contratos e processos de onboarding.
“Uma única vulnerabilidade causada por terceiros pode rapidamente transformar-se em ameaças em toda a empresa”, alerta Emerson Melo, sócio-líder de GRC & Forensic da KPMG no Brasil.
Investimento em IA ainda patina, mas pode virar o jogo
Apesar de metade dos entrevistados já empregar inteligência artificial para mapear riscos, apenas 22% dizem ver alta eficácia. O contraste é relevante quando se observa a projeção da Gartner: o mercado de soluções de Third Party Risk Management movido a IA deve ultrapassar US$ 5,8 bilhões até 2028, puxado por automação de due diligence e detecção precoce de anomalias.
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Crédito da imagem: Divulgação / Adobe Firefly