Itaú Unibanco – Em entrevista recente, o CEO Milton Maluhy revelou que 70% do core tecnológico do maior banco da América Latina já roda em nuvem e que a instituição investiu R$ 11 bilhões em inteligência artificial entre 2024 e 2025, passo decisivo para aposentar os históricos mainframes.
- Em resumo: migração acelerada viabiliza até 30 mil melhorias mensais na experiência do cliente.
IA hiperpersonalizada redefine atendimento bancário
Com a plataforma “Inteligência Itaú”, o banco leva sugestões de carteira a 100 mil clientes Uniclass e viabiliza serviços como Pix via WhatsApp sem abrir o aplicativo principal. A escalabilidade atende à tendência global de bancos que miram decisões em tempo real, perspectiva reforçada por relatório da Bloomberg Technology sobre o uso de IA generativa no setor financeiro.
“Queremos ser menos transacionais e mais consultivos, tratando cada cliente de forma individualizada. A inteligência artificial é o grande viabilizador aqui”, destacou Maluhy.
Nuvem e investimentos bilionários elevam vantagem competitiva
Ao abandonar os sistemas legados, o Itaú reduz custos de hardware e ganha elasticidade para picos de 100 mil transações por segundo, patamar comparável a arquiteturas de referência da AWS Architecture Blog. A migração inclui microserviços em contêineres Kubernetes e camadas de dados em tempo real, permitindo que squads multipliquem entregas de produto em ciclos ágeis – de mil para quase 30 mil deploys por mês, segundo o banco.
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Crédito da imagem: Divulgação / Itaú Unibanco