Appliance compacto promete cortar custos de nuvem nas iniciativas de IA
Lenovo – Na última terça-feira (31), durante a Jornada de Solução IA, a companhia detalhou por que considera a adoção de inteligência artificial híbrida — combinação de nuvem pública e infraestrutura local — um caminho sem volta para o mercado corporativo.
- Em resumo: Novo PGX entrega alto poder de processamento em formato “system on a box”, reduzindo barreiras de entrada para empresas de qualquer porte.
Mini servidor PGX mira empresas sem data center próprio
Segundo Daniel Bittencourt, gerente de Desenvolvimento de Negócios, a maioria das organizações brasileiras encara os custos de cloud como impeditivos para workloads de IA. O PGX chega exatamente para esse vácuo, ofertando GPU dedicada e setup simplificado. A tendência dialoga com análises recentes da TechCrunch sobre edge computing, que apontam que 70% dos dados corporativos deverão ser processados fora da nuvem até 2027.
“Uma coisa vai ter que conversar com a outra. Você não pode ter um pedaço do teu negócio com IA que não converse com o resto do negócio”, destacou Bittencourt.
Ganhos de mercado e cases esportivos reforçam estratégia
Hildebrando Lima, diretor de P&D, acrescentou que soluções da Lenovo já monitoram gramados, fluxo de torcedores e desempenho cardíaco de atletas em grandes arenas. O movimento se alinha ao crescimento global de US$ 61,1 bilhões previsto para o segmento de edge AI até 2030, segundo projeções da IDC, e posiciona o PGX como porta de entrada para verticalizar algoritmos diretamente no ponto de coleta de dados.
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Crédito da imagem: Divulgação / Lenovo