Titânio, legado e precisão: por que o Speedmaster continua imbatível no vácuo espacial
Omega Speedmaster — O icônico “Moonwatch” voltou a orbitar a Lua na missão Artemis II, que retornou à Terra em 10 de abril, amarrando seis décadas de história a uma nova façanha: o primeiro sobrevoo humano ao lado oculto do satélite.
- Em resumo: a NASA selecionou o Speedmaster X-33 2nd Generation como cronômetro oficial da missão.
Da Mercury-Atlas 8 ao lado oculto: cronologia de um sobrevivente
Desde que a imprensa especializada relembrou a certificação da NASA em 1965, o Speedmaster superou testes de decolagem, descompressão e vibração que reprovaram Rolex e Longines.
“1969: Foi usado por Neil Armstrong e Buzz Aldrin, primeiros seres humanos a pisar na Lua.” — Linha do tempo oficial da NASA.
Por dentro do X-33: engenharia para ambientes extremos
Construído em Titânio Grau 2, o X-33 suporta de −160 °C a +120 °C, variações de radiação ionizante e pressurização interna de cabine. Seu módulo de quartzo, alimentado por uma bateria 120 mAh, mantém desvios de ±0,02 s/dia — margem vital para cronometrar ignições como as que salvaram a Apollo 13.
Caso fosse vendido no varejo, o preço estimado ultrapassaria os R$ 18 mil praticados nas séries limitadas Speedmaster, impulsionado por processos de usinagem a vácuo e certificação MIL-STD-202G, segundo catálogos industriais.
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Crédito da imagem: Reprodução / Omega