Impacto de longo prazo vira novo requisito estratégico para marcas globais
SXSW – Durante o festival, a palestra de Joseph Pine expôs um ponto de virada: a experiência inesquecível deixou de ser diferencial e abriu espaço para a era da transformação, na qual empresas precisam demonstrar evolução tangível na vida de seus clientes.
- Em resumo: encantar em momentos pontuais já não basta; agora o valor se mede pelo resultado sustentado ao longo do tempo.
Por que a experiência virou “feijão-com-arroz” corporativo
A popularização de jornadas personalizadas, programas de fidelidade e interfaces intuitivas elevou as expectativas dos consumidores. Esse padrão, uma vez exclusivo de gigantes de tecnologia, hoje é pré-requisito até para negócios locais. Um relatório da Forbes Business Council reforça que 78% dos executivos já veem a mera experiência como “commodity” competitiva.
“Não basta criar memórias; é preciso guiar o cliente de onde ele está até quem ele quer ser”, destacou Joseph Pine no palco texano.
Transformação: métricas, dados e novos modelos de receita
Na lógica emergente, valor e remuneração ficam atrelados a indicadores de evolução – redução de churn, ganho de produtividade ou mudanças de comportamento, por exemplo. Para isso, companhias adotam arquiteturas de dados em tempo real, integrações de CRM com IA generativa e OKRs centrados no sucesso do usuário. A Accenture calcula que organizações orientadas a transformação podem ampliar em até 30% o ticket médio anual.
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Crédito da imagem: Divulgação / IT Forum