Diferença de até R$ 19 mensais entre modelos populares surpreende
Arno, Mallory, Prime Air e Britânia — Quatro ventiladores comuns de loja de varejo foram medidos em laboratório e exibiram consumo de 0,35 kWh a 0,44 kWh por hora, margem que pode turbinar a sua fatura elétrica em plena onda de calor.
- Em resumo: o modelo menos eficiente custa até R$ 200 a mais por ano que o rival mais econômico.
Quanto cada kWh pesa no seu bolso
Partindo da tarifa média de R$ 0,90/kWh na cidade de São Paulo, oito horas ligadas por dia equivalem a um gasto mensal de R$ 75,60 (0,35 kWh) a R$ 95,00 (0,44 kWh). A conta parece pequena, mas acumula R$ 1.140 em 12 meses no pior cenário, segundo simulações levantadas com base em dados de mercado divulgados pela Forbes.
Nos testes, o Mallory Max Control teve a melhor marca: 0,35 kWh, enquanto o Britânia BVT50T liderou o consumo com 0,44 kWh.
Como escolher o ventilador mais eficiente
Além da potência declarada, fique de olho na etiqueta Procel do Inmetro: aparelhos classificados como “A” costumam apresentar até 20 % de economia frente aos rotulados “C”. Motores brushless, já presentes em alguns ventiladores de mesa importados, reduzem o atrito e cortam o ruído — um alívio para o bolso e para o sono.
Outra variável é o diâmetro da hélice. Modelos de 50 cm empurram maior volume de ar, porém demandam motores de 120 W ou mais. Se o cômodo for compacto, versões de 30 cm consomem em torno de 55 W, aproximando-se do limite de 0,30 kWh/h informado por fabricantes.
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Crédito da imagem: Divulgação / Xiaomi