De semicondutores a data centers, veja como magnatas orientais dominam a infraestrutura de IA
Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC) – A liderança asiática em chips e nuvem vem transformando fortunas pessoais em força geopolítica, reposicionando a cadeia global de hardware e serviços de inteligência artificial.
- Em resumo: TRANSMISSÃO: Record | Max — investimentos somam mais de US$ 300 bilhões até 2035.
Chips: o motor financeiro por trás dos novos bilionários
A demanda por processadores de alto desempenho fez o patrimônio de Morris Chang saltar 105% em 12 meses, enquanto a sul-coreana ISU Petasys entrega placas críticas para GPUs — movimento que, segundo o Bloomberg Technology, pressiona fabricantes ocidentais a realocar produção para o leste.
“Mais de 70% dos semicondutores globais já saem da Ásia, tendência que deve se intensificar até 2027”, aponta relatório do J.P. Morgan Asset Management citado na Forbes.
US$ 210 bi reservados apenas para data centers até 2030
Mukesh Ambani e Gautam Adani planejam erguer fazendas de servidores que somam 40% da capacidade mundial projetada, segundo a Moody’s. Ao mesmo tempo, empresas como MiniMax Group e Zhipu exportam modelos de IA de código aberto que já superam o volume de uso dos EUA em algumas métricas, indicando um “efeito rede” que barateia a adoção de agentes autônomos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Forbes