Plataforma própria mira escala sem abrir mão da segurança
Bradesco – O banco brasileiro revelou recentemente que já opera mais de 600 aplicações de IA generativa e construiu um barramento interno para controlar cada chamada aos modelos, garantindo conformidade regulatória e ética.
- Em resumo: arquitetura interna já sustentou 70 milhões de interações em 18 meses com 87% de resolução.
Barramento centraliza modelos e regula acesso
A estrutura desenvolvida pela TI do Bradesco funciona como camada de abstração: áreas de negócio consomem GenAI sem lidar com APIs, chaves ou tokens, enquanto políticas de dados, criptografia e logging são aplicadas de forma uniforme. Segundo especialistas, esse tipo de governance fabric é apontado como pré-requisito para que instituições financeiras escalem IA sem riscos.
“Esse barramento faz o controle de todas as leis para garantir que a gente use o dado no contexto permitido”, destacou Leandro Marçal, diretor de tecnologia do banco, no VTEX Day 2026.
Governança vira motor de inovação e prepara terreno para agentes autônomos
Com a burocracia regulatória automatizada, a IA deixou de ser piloto e já atua no core bancário, do atendimento na BIA à revisão de mil pull requests por mês. O próximo passo envolve agentes autônomos capazes de orquestrar tarefas inteiras, tendência que vem ganhando tração global entre grandes bancos e provedores de nuvem.
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Crédito da imagem: Divulgação / Bradesco