Mensagens de phishing miram eleitores e simulam urgência de pagamento
TSE – O tribunal identificou, recentemente, uma nova leva de mensagens fraudulentas que usa o clima pré-eleitoral de 2026 para extorquir eleitores via WhatsApp, exigindo uma “taxa de regularização” que simplesmente não existe.
- Em resumo: golpistas fingem ser o TSE, ameaçam bloqueio de serviços públicos e direcionam a vítima a um link de pagamento.
Como o golpe se espalha pelos contatos
O texto chega de números desconhecidos, exibe o logotipo oficial e adota tom de urgência, um padrão clássico de engenharia social mapeado pela The Hacker News. Ao clicar no link, o usuário é levado a páginas de boleto ou Pix, perdendo o valor transferido na hora e, em muitos casos, cedendo dados pessoais que podem ser revendidos em fóruns clandestinos.
“Tribunais Eleitorais não enviam boletos, não solicitam pagamento e nem pedem dados bancários por aplicativos”, reforça nota oficial do TSE.
Por que a fraude funciona e como se blindar
O CERT.br estima que tentativas de phishing aumentam até 40 % em anos de eleição no Brasil, aproveitando a alta busca por serviços ligados ao título de eleitor. Para reforçar a defesa, especialistas sugerem:
• Verificar informações apenas no app e-Título ou no site oficial da Justiça Eleitoral.
• Ativar a verificação em duas etapas no WhatsApp, reduzindo sequestros de conta.
• Usar antivírus atualizado — grandes suítes já bloqueiam links com domínios suspeitos.
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Crédito da imagem: Divulgação / TSE